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Clube Curitbano - Sede Mercês

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Curitiba – PR, 2014

Projeto classificado entre as três propostas finalistas

Construir espaços de lazer nos dias atuais significa propiciar ao ser humano locais onde se pode desfrutar o lazer, a tranquilidade, cultivar o corpo e o espírito.

A nova sede do Clube Curitibano Mercês deve traduzir essa ideia. Um espaço de lazer, prática esportiva e contato com a natureza. Um lugar pensado para promover o encontro das pessoas e a recreação. Um conjunto edificado que respeite as características naturais e urbanas da região onde se insere.

Ao longo de sua história, o Clube Curitibano sempre buscou qualificar seus espaços arquitetônicos. Hoje é possível perceber como a arquitetura de seus edifícios, projetados por arquitetos de renome no contexto local, ainda preserva a qualidade espacial originária das ideias do período moderno da arquitetura local. Nesses edifícios podemos perceber algumas características fundamentais: rica espacialidade, soluções construtivas audaciosas, diálogo franco com o contexto urbano de seu entorno imediato.

Para esta nova sede acredita-se que essas premissas originárias devam ser mantidas.

O conjunto edificado é pensado a partir da própria geometria e inserção urbana do lote. Num volume linear que se projeta a partir da Rua Jacarezinho concentram-se as atividades sociais do clube. Anexo a este bloco, paralelo e em contato com o bosque, localiza-se uma das casas de festas. Outro volume, de formato cúbico, abriga em seu térreo a outra casa de festas. Nos pavimentos superiores estão a academia, as salas de ginástica e a administração.

Para a segunda etapa de expansão acrescentam-se mais dois volumes cúbicos de 20 metros de lado. Estes abrigarão o stand de tiro, uma lanchonete, espaço beleza, vestiários e as quadras poliesportivas.

A linha de conexão entre a Rua Jacarezinho e a Rua dos Capuchinhos organiza ao mesmo tempo os elementos construídos e o paisagismo. Sequencialmente, para quem chega pelo acesso principal, é possível percorrer os espaços de acolhimento e distribuição de fluxos, lanchonete, deck e por fim a piscina. Essa linha explora o potencial do bosque existente, criando conexões visuais entre espaços internos e externos.

Abaixo do piso da piscina, aproveitando-se a possibilidade da construção em subsolo, localizam-se vestiários e áreas técnicas.

Nas áreas livres externas são projetadas as quadras de futebol, vôlei de areia, e locais de contemplação arborizados, posicionados, sempre que possível, de modo a configurar uma extensão natural do bosque existente.

 

Autores

Emerson Vidigal
Eron Costin
Fabio Henrique Faria
João Gabriel Moura Rosa Cordeiro

 

Colaboradores

Felipe Santos
Marcelo Miotto
Martin Goic

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